08 dezembro 2008

Graffiti na lei

A Comissão da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte aprovou o projeto apresentado pela Graffiti para 2009. A aprovação rende possível a publicação de mais duas edições da revista (n. 19 e 20) e de um álbum - o quarto da coleção 100% quadrinhos, no ano que vem.
Confira aqui a lista dos projetos aprovados.

Graffiti e hq no antigo Egito


Retomamos finalmente no site da revista a publicação do Guia Ilustrado de Graffiti e Quadrinhos com o antigo Egito.

14 novembro 2008

SERV SERVICE – Restaurantes do Submundo e da Sarjeta de Belo Horizonte, comentados por Fabiano

1 – Mineirinho

Fica na R. Espírito Santo, exatamente ao lado da loja Marisa. No mesmo trecho de rua, existem pelo menos três restaurantes com nomes e ambientação parecidos: poucas mesas e privilegiando os bancos para almoçar sentado ao balcão. Este tipo de restaurante incentiva a rotatividade da clientela, o que, em se tratando de locais que ganham dinheiro exclusivamente com almoço, é bem adequado.

O cardápio é grande em comparação com outros PF’s da região: pode-se almoçar, a qualquer dia, peixe, frango grelhado ou à milanesa, salada mista etc. Pela quantidade de pessoas almoçando simultaneamente (mais de 50, entre pessoas sentadas ao longo do balcão e nas mesas), e também pela variedade do cardápio, penso que a cozinha do Mineirinho seja bem grande.

Fiquei na dúvida entre a feijoada típica das sextas-feiras em restaurantes do centro e o kaol. Para efeito de comparação entre um “falso” kaol e o legítimo – que eu almoçara alguns dias antes, no Palhares – resolvi experimentar a versão do Mineirinho.

Enquanto aguardava, notei impaciência por parte de muitos clientes: sinal de que estava demorando. No meu caso, a espera não foi maior do que 5 minutos, tempo razoável. O suficiente para que eu esvaziasse metade da Brahma, servida corretamente (gelada, com isopor e em copo americano).

Como apresentação, o prato estava ok. Arroz branco e couve por baixo, por cima um pedaço não-generoso de linguiça, o ovo estalado e com a clara ligeiramente mole sobre a linguiça, e, sobre tudo isso, uma colherada de molho ao sugo – influência óbvia do tradicional Palhares, inventor do kaol. A diferença – fatal – é que o sugo do kaol legítimo é exatamente isso: molho ao sugo, tomate. No Mineirinho, o molho é bolonhesa, o que transformou o prato numa excessiva e desnecessária mistura.

A comida até estava temperada satisfatoriamente. O grande problema foi o cozimento – ou a falta dele – e a qualidade dos produtos. A couve veio crua – até gosto, mas acho que ela deveria vir refogada, temperada com alho frito, como manda o protocolo. O arroz, por sua vez, estava terrivelmente cozido, creio que à maneira dos macrobióticos quando fazem aquela dieta do arroz famigerada. Os grãos estavam inchados de tão cozidos. A linguiça, por fim, era de supermercado, daquelas ensacadas a vácuo em embalagens industriais. Não era um produto da roça, como deve ser uma boa linguiça calabresa, ou de lombo, ou de frango que seja.

Bem, como eu tava com fome, mandei tudo para dentro sem um mínimo de cerimônia, mas preciso dizer que houve certa decepção com o estabelecimento. Geralmente, quando vejo um restaurante cheio como o Mineirinho, inclusive com fila para sentar, a impressão é boa. Porém, darei o veredicto definitivo da próxima vez que eu for ao local – acredito que, para ser julgado de forma adequada, deve-se visitar o restaurante ao menos duas vezes.

Classificação

Consumo – Um prato de kaol (couve, arroz, ovo e linguiça) e uma Brahma.
Atendimento – Bom. As várias garçonetes são sisudas (devem ganhar mal), mas são atentas e velozes.
Local – Razoável
Preço – Bom. Paguei 4,90 pelo prato.
Talheres – Velhos. A faca tava cega. Porém devidamente limpos.
Cerveja – Como já citado, tava jóia.
Comida – Bela merda.

12 novembro 2008

No compasso da tradição




Estas páginas que acabo de produzir compõem uma história sobre as bandas musicais de Mariana. Com lançamento previsto para dezembro a cartilha que inclui este trabalho será distribuída nas escolas da rede pública de ensino da cidade minera.

31 outubro 2008

Graffiti 18: lançamento em BH

A nova edição da Graffiti, cujo tema é futebol, será lançada em Belo Horizonte sábado 8/11 no Recanto da Seresta, Pça Duque de Caxias, 120 - Sta Tereza. No som DJ Mamute.

06 outubro 2008

Graffutebol

Mais uma edição da Graffiti está chegando: a edição de # 18, que tem o futebol como tema, será lançada em São Paulo, na Livraria HQ Mix, na Praça Roosevelt, 142 - centro, no próximo dia 24 de outubro, a partir das 19h

26 setembro 2008

quadrinhos e graffiti

Me parece que nos últimos anos o graffiti tenha tomado o rumo do desenho, pelo menos no Brasil. Em Belo Horizonte, em particular, retratos e imagens hiper-realistas estão cada vez mais presentes junto aos tag e trow-up característicos do hip-hop. No caso abaixo, o painel remete aos quadrinhos e cria uma narrativa desmembrada ao longo do painel.




15 setembro 2008

Graffiti x pichacao: the Cossi effect


O painel exposto na Bienal de Graffiti que tratava da relação entre graffiti e pichação foi tomado pelo público do evento. A imagem reproduzia uma pichação deixada por Cossi sobre un out-door da Coca Cola na Praça 7. Icónica e emblemática pelas implicações que apresenta sobre a ocupação do espaço visual urbano a reprodução virou alvo dos frequentadores, que não resistiram à tentação de deixar alí sua própria marca interagindo com a imagem...

A foto que serviu de referência para a confecção do painel foi tirada por Rafael Soares e publicada originalmente no Guia Ilustrado de Graffiti e Quadrinhos.

09 setembro 2008

Historia do graffiti em quadrinhos

O modulo histórico da Bienal Internacional de Graffiti de Belo Horizonte, BIG BH, produzido pela crew Rupestre, apresenta a história do graffiti em 10 paineis. A pesquisa foi baseada no Guia Ilustrado de Graffiti e Quadrinhos, publicado em 2003 pela Graffiti.









30 agosto 2008

BIG BH preview

Aí vai de primeira mão um recorte das obras expostas na Bienal de graffiti. O evento abre hoje.


29 agosto 2008

BIG BH: historia do graffiti em quadrinhos

A crew Rupestre durante a produção dos painéis que compõem a exposição modulo histórico da BIG BH - Bienal de Graffiti de Belo Horizonte. O conjunto traz a história do desenvolvimento desta linguagem desde as pinturas rupestres, passando pelos registro da antiguidade em Pompéia, a idade média até os movimentos de maio de '68 e a vertente contemporânea. O evento abre amanhã na Serraria Souza Pinto.








26 agosto 2008

Bienal de Graffiti

Começou hoje a produção das obras para a 1 Bienal de Graffiti de Belo Horizonte - BIG BH. A abertura do evento ao público será neste sábado. Saiba mais sobre o evento aqui...